quarta-feira, 11 de novembro de 2009

NOMES ÁRABES FEMININO E SIGNIFICADOS.

Nomes Árabes Femininos

Aqui você encontra uma lista de Nomes Árabes Femininos com suas traduções.


A

Abia – Fantástica, Excelente
Abida – Praticadora Da Religião
Abir, Abeer - Fragrance
Ablah, Abla’ – Perfeitamente Formada
Abra – Exemplo, lição
A’dab – Esperança / Necessidade
Adara - Virgem
Adiba – Culturada, Educada
Adila, Adilah, Adeela – Igual / Igualdade
Adiva – Adorável / Gentil
Afaf – Virtuosa, Digna, Pura
Afifah – Virtuosa
Afra’ - Branca
Ahd – Promessa / Conhecimento / Sabedoria
Ahlam – Aquela Que Tem Sonhos Agradáveis / Imaginativa
A’idah, Aida – Visitas / Recompensa / Retorna
Ain – Olho / Preciosa
Aini – Primavera / Flor / Fonte / Escolha
A’ishah, Aisha, Ayishah - Vivida, Próspera, A Mulher Mais Nova Do Profeta (Que A Paz E A Benção Estejam Com Ele)
Akilah – Inteligente, Ter Lógica, Ter Razão
Alhena – Um Anel / A Estrela Da Constelação Gemini
Alima – Sábia / Inteligente
Alimah – Ter Dote Para A Música Ou Dança
Aliyyah, Aliah, A’lia – Exaltada, Nobre, Mais Alta Posição Social
Almas - Diamante
Aludra - Virgem
Alzubra – Uma Estrela Na Constelação Leo
Amal, A’mal, Amala – Esperanças, Aspirações
Amani - Desejos
Amatullah – Serva Feminina De Allah
Amber – Jóia
Aminah, Ameena – De Confiança / Fiél
Amineh – Fiél
Amirah, Ameera – Princesa, Líder
Amtullah – Serva Feminina De Allah
Anan - Nuvens
Anbar - Perfume, Âmbar
Anisah – Íntima, Perta, Boa Amiga
Anwar – Raios De Luz
Ara - Pareceres
Areebah – Espirítuosa / Esperta
Arub – Amabilíssima Para O Seu Marido
Asima - Protectora
Asiya – Aquela Que Tende Para O Fraco / Aquela Que Cura
Asma’ – Excelente / Preciosa / Filha De Abu Bakr
Atifa – Carinhosa / Simpática
Atiya - Presente
Ayah – Sinal / Distinta / Nome Árabe Para Uma Linha No Sagrado Alcorão
Azhar - Flores
Azizah, Azeeza – Estimada, Preciosa, Acarinhada
Azzah – Jóvem, Fêmea Gazela

B

Badi’a – Admirável, Única
Badra – Lua Cheia
Badriyyah – Parecida / Similar Á Lua Cheia
Bahira, Baheera – Fantástica / Brilhante
Bahiya – Bela / Linda / Bonita / Radiante
Balqis – Nome Da Rainha De Sheba
Banan – Delicada / Ponta Dos Dedos
Baraka – Aquela Que É Branca / Boa
Bari’ah - Excelente
Barika – Ser Bem Sucedisa
Bashirah, Basheera – Aquela Que Traz Alvíssaras / Traz Alegria
Basimah, Baseema - Sorriso
Basmah – Um Sorriso
Batul, Batool – Virgem Ascética
Bilqis – Rainha De Sheba
Bushra – Bom Presságio / Futuro
Buthaynah, Buthayna – De Corpo Bonito / Macio

C

Cala – Castelo
Cantara – Ponte Pequena

D

Dahab - Ouro
Dalal – Tratada Ou Tocada De Uma Espécie E Forma Amorosa
Duha, Dhuha - Manhã

F

Fadilah, Fadheela – Virtuosa / Superior / Culta / Requintada
Fadwa – Nome Derivado De Auto-Sacrifício
Faizah – Victoriosa / Vencedora
Falak - Estrela
Farah - Alegria
Faridah, Fareeda – Única / Imcomparável / Pérola Preciosa Ou Gema
Farihah, Fareeha – Feliz / Alegre
Fatimah, Fatima – Filha Do Profeta (Que A Paz & A Benção Estejam Com Ele)
Fatin or Fatinah – Atraente / Cativante / Encantadora
Fawziyyah, Fawziya, Fazia – Bem-Sucedida / Vitoriosa
Fellah – Jasmine Árabe
Firyal - Nome
Firdaws, Firdoos – Jardim Mais Alto No Paraíso

G

Ghadah – Linda / Bela / Bonita
Ghaliyah – Perfumada / Fragrante
Ghaniyah – Rapariga Bonita / Bela Mulher
Ghayda – Jóvem E Delicada
Ghusun, Ghusoon – Ramos De Uma Árvore

H

Habibah – Amada / Querida
Hadiya – Guiada Para A Justiça
Hadiyyah – Um Dom
Hafsah – Esposa Do Profeta (Que A Paz & Benção Estejam Com Ele)
Hafthah – Preservada / Protegida
Haifa, Hayfa’ – Delgada / De Corpo Bonito
Halah - Auréola
Halimah, Haleema – Gentil / Amabilíssima / Doce / Leve-Temperada
Hamidah, Hameeda - Louvável
Hana’ - Alegria
Hanan - Mercy
Hanifah, Hanifa, Haneefa - True believer
Haniyyah - Pleased, happy
Hasna’ - Beautiful
Hayam - Deliriously in love
Hayat - Life
Hessa - Destiny
Hibah – Misericórdia / Piedosa
Hind – Nome Próprio
Huda, Hooda – Guiada Para O Bem
Humahuaca – Pássaro Que Traz Alegria
Huriyyah, Hooriya - Anjo
Husn - Beleza
Husniyah – Bela / Bonita / Encantante

I

Ibtihaj – Alegria
Ikram – Honra / Hospitalidade / Generosidade- Intuition
Ilham – Idea Intuitiva
Iman – Fé / Crença
Imtithal – Bem Educada / Obediente
In’am – Amabilidade / Gentileza / Beneficiência
Inas – Sociável
Inaya – Concerno / solicitude
Intisar - Triunfo
Izdihar – Flores / Florescendo

J

Jala’ – Clareza / Elucidação
Jamilah, Jameela – Bonita / Amável / Graciosa
Janan – Coração / Alma
Johara - Jóia
Jumanah – Pérola Cinzenta

K

Kalila – Amada / Querida
Kamilah - Perfeita
Karida – Não-Tocada
Karimah, Kareema – Generosa / Nobre
Kawthar – Rio No Paraíso
Khadijah, Khadeeja – Primeira Esposa Do Profeta (Que A Paz & A Benção Estejam Com Ele)
Khalidah - Imortal
Khayriyyah, Khairiya – Caridosa / Caridade / Boa
Khulud, Khulood - Imortalidade
Kulthum, Kulthoom – Filha Do Profeta (Que A Paz & A Benção Estejam Com Ele)

L

Lama – Escureza De Lábios
Lamis, Lamees – Suave Ao Toque
Lamya’ – Lábios Escuros
Latifah, Lateefa – Suave / Amável / Agradável / Amigável
Layla, Leila – (Nascida Durante A) Noite
Lina, Leena - Ternura
Lubabah – A Essência De Intimidade
Luloah – Uma Pérola
Lu’lu’ - Pérolas

M

Madihah, Madeeha - Louvavél
Maha – Vaca Selvagem / Olhos De Vaca
Ma’isah – Andando / Balançando / Marchando Com Olhar Orgulhoso
Maizah – Astuta / Perspicaz
Majidah, Majeeda - Gloriosa
Makarim – De Carácter Digno E Bom
Malak - Anjo
Malika - Rainha
Manal – Realidade / Realização
Manar – Luz Guiadora
Maram - Aspiração
Mariam, Maryam – Mão De Isa (Jesus) (Que A Paz E A Benção Estejam Com Ele) / Termo/Forma Árabe Para “Maria”
Mas’ouda – Feliz / Sortuda / Sorte
Mawiyah – A Essência Da Vida
Maymunah - Abençoada
May – Velho Nome Árabe
Maysa’ - Andando / Balançando / Marchando Com Olhar Orgulhoso
Maysun, Maysoon – De Belo Rosto/Corpo
Mayyadah - Andando / Balançando / Marchando Com Olhar Orgulhoso
Mufidah, Mufeeda - Útil
Muhjah – Sangue Do Coração / Alma
Muminah – Devotada / Crente
Muna, Mona – Desejo /
Munirah, Muneera – Iluminante / Luminosa / Esclarecida
Mushirah, Musheera – Dar Conselho / Aconselhar
Muslimah – Crente / Aquela Que Se Submite Á Vontade De Deus / Muçulmana

N

Nabihah, Nabeeha - Inteligente
Nabilah, Nabeela - Nobre
Nada - Generosa
Nadia – O Começo /Começo / A Primeira
Nadidah, Nadeeda – Equal / Rival
Nadirah – Rara / Preciosa
Nafisah, Nafeesa – Uma Coisa Preciosa
Nahlah – Uma Bebida De Água
Na’ilah – Adquiridora / Aquela Que Consegue
Na’ima, Na’imah – Comforto / Amenidade / Tranquilidade / Paz
Najah - Sucesso
Najat – Segura / Segurança
Najibah, Najeeba – De Nobre Nascimento
Najiyah – Segura
Najla – De Olhos Grandes/Largos
Najwa – Conversas Confidenciais / Falar Em Secreto
Najya - Vitoriosa
Nashida - Estudande
Nashita - Energética / Cheia De Vida
Nashwa - Fragrancia, Perfume, Que Qual Intóxica
Nasiha – Aquela Que Dá Conselhos Valiosos
Nasira – Vitoriosa / Ajudante
Nathifa – Limpa / Pura
Nawal – Presente / Dote
Nawar – Flor
Nazahah – Pureza / Honestidade
Nazihah - Honesta
Nazirah – Semelhante / Igualdade / Combinada
Nibal - Setas
Nida - Chamada
Ni’mah - Benção
Ni’mat - Benções
Nouf – Ponto Mais Alto Numa Montanha
Nudar, Nudhar - Ouro
Nuha - Inteligência
Numa – Bonita E Agradável
Nur, Noor - Luz

Q

Qubilah – Harmoniosa

R

Rabab – Núvem Branca
Rabi’ah - Jardim, Primavera
Radeyah, Radhiya – Contente / Satisfeita
Radwa, Radhwa – Uma Montanha Em Madinah
Rafa’ – Alegria / Properidade
Raghd - Agradável
Rahimah - Clemente, Compassionada
Ra’idah - Líder
Raja’ – Esperança / Prometedora
Rana – Olhar / Olhadela
Rand – Árvore De Bom Aroma
Raniyah – Um Olhar
Rasha – Gazela Jóvem
Rashida, Rasheeda – Sábia / Madura
Rawdah, Rawdha - Jardim
Rawiyah – Transmissor Da Poesia Antiga Árabe
Rayya – Saciar Com Bebida
Rida – Preferida/Favorecida Por Allah
Rihana – Basilicão Suave
Rim, Reem - Gazela
Rima, Reema – Antílope Branco
Rukan – Estável / Firme / Confidente
Ruqayyah, Ruqaya – Gentlíl / Filha Do Profeta (Que A Paz E A Benção Estejam Com Ele)
Ruwaydah – Andar Gentíl

S

Sabah - Manhã
Sabirah - Paciente
Safa – Clareza / Pureza / Serenidade
Safiyyah – Sem-Problemas / Serena / Pura / Melhor Amiga
Sahar – Madrugada / Aurora
Sahlah – Suave / Macia / Fluente
Saidah – Feliz / Afortunada
Saihah – Boa / Útil
Sakinah, Sakeena – Inspirada Por Allah / Paz Na Mente / Traquila
Salihah - Corecta, Acordável
Salimah, Saleema – Paz, Ipecável / Robusta / Saudável / Segura
Salma – Pacífica / Calma
Salwa – Consolada / Comfortada
Samah - Generosa
Samar – Conversa Á Noite
Sameh – Aquela Que Perdoua
Samihah, Sameeha - Generosa
Samira, Sameera – Uma Companheira Feminina Divertida
Samiyah – Elevada, Exaltada
Sana’ – Brilo / Brilhante (De Ver)
Sawsan – Lírio De Um Vale
Shadha - Aromático
Shadiyah - Cantora
Shahrazad – Contador Da “História De 1001 Noites”
Sharifah, Shareefa - Nobre
Siham - Setas
Souad or Su’ad
Suha – Nome De Uma Estrela
Suhailah, Suhaylah, Suhayla – Delicada / Suave / Fluente
Suhaymah – Seta Pequena
Suhayr, Suhair
Sumayyah, Sumaiya

T

Tahirah - Pura
Takiyah – Piedosa / Certa
Talibah - Procuradora De Conhecimento
Tarub, Taroob – Alegre / Animada / Contente
Thana’ - Agradecida
Thara’ – Fortuna / Riqueza
Thurayya - Estrela

U

Umayma – Mãe Pequena

W

Wafa’ – Ter Fé
Wafiqah, Wafeeqa – Ter Sucesso
Wafiyyah, Wafiya – Fiel / Leal / Verdadeira
Wahibah – Aquela Que Dá / Doadora
Wajihah, Wajeeha - Eminente, Distínguida
Walidah – Recém Nascida
Warda, Wardah, Wordah - Rosa
Widad – Amor / Amizade
Wijdan - Sentimento
Wisal – Comunião De Amor

Y

Yafiah - Alto
Yakootah - Esmeralda
Yamha - Pomba
Yaminah – Certa / Próspera
Yasirah – Flexível / Complacente
Yasmine, Yasmin, Yasmeen - Jasmim
Yumn – Boa Furtuna / Sucesso
Yusra – Nome Próprio

Z

Zafirah – Vitoriosa / Ter Sucesso
Zahirah – Brilho / Que Brilha / Iluminosa
Zahra’ - Branca
Zahrah – Flor / Beleza / Estrela
Zainab, Zaynab – Filha Do Profeta (Que A Paz & A Benção Estejam Com Ele)
Zakiyyah - Pura
Zaynah, Zaina – Bela / Beleza / Bonita
Zubaidah - Excelente

NOMES ÁRABES MASCULINOS E SIGNIFICADOS.

Nomes Árabes Masculinos

Aqui você encontra uma lista de Nomes Árabes Masculinos com suas traduções.







A

Aban - Velho nome árabe
Abbas - Descrição de um leão
Abbud - o Adorador (de Alá), o temente de Deus
Abdul - o Servo (de Alá)
Abdul-Alim - o Servo do Omnisciente
Abdul-Aliyy - o Servo Do Mais Alto (Deus)
Abdul-Azim - o Servo do Poderoso
Abdul-Aziz - o Servo do Poderoso, Poderoso
Abdul-Bari - o Servo do Criador
Abdul-Basit - o Servo do Infinito (Deus)
Abdul-Fattah - o Servo do Abridor (dos portões dos alimentos)
Abdul-Ghaffar ou Abdul-Ghafur - o Servo do Clemente (Deus)
Abdul-Hadi - o Servo do Guia
Abdul-Hafiz - o Servo do Protector
Abdul-Hakam - o Servo do Árbitro
Abdul-Hakim - o Servo do Sábio
Abdul-Halim - o Servo do Moderado, Paciente (Deus)
Abdul-Hamid - o Servo do Louvado
Abdul-Haqq - o Servo da Verdade
Abdul-Jabbar - o Servo do Poderoso
Abdul-Jalil, Abdul-Jaleel - o Servo do Grande (Deus)
Abdul-Karim - o Servo do Nobre, Generoso
Abdul-Khaliq - o Servo do Criador
Abdul-Latif - o Servo do Amável
Abdul-Malik - o Servo do Mestre (ou Rei)
Abdul-Majid - o Servo do Glorioso
Abdul-Mu'izz - o Servo do Doador de Poder e Glória
Abdul-Mujib - o Servo do Responder
Abdul-Muta'al - o Servo do mais Alto
Abdul-Nasser - o Servo do Vitorioso
Abdul-Nasir - Servo do Ajudante, do Protector
Abdul-Qadir - o Servo do Capaz, Poderoso
Abdul-Qahhar - Servo do Dominador, o Todo-poderoso,
Abdul-Quddus - o Servo do mais Santo
Abdul-Rafi - o Servo do Que Eleva, (intelecto, estima)
Abdul-Rahim - o Servo do mais Compassivo
Abdul-Rahman - o Servo do Misericordioso
Abdul-Rashid - o Servo dos Guias do Caminho Justo
Abdul-Ra'uf - o Servo do mais Misericordioso
Abdul-Razzaq - Servo do Protector, do Provedor,
Abdul-Sabur - o Servo do Paciente
Abdul-Salam - o Servo da Paz
Abdul-Samad - o Servo do Eterno
Abdul-Sami - o Servo de Aquele-que-tudo-ouve (Deus)
Abdul-Shakur - o Servo do mais Grato
Abdul-Tawwab - o Servo do Clemente (Deus), o Servo do Indulgente (Deus)
Abdul-Wadud - o Servo do Amar
Abdul-Wahhab - o Servo do Doador
Abdul-Wahid - o Servo de Alá

B

Badr - Lua Cheia, o luar
Al de Badr Estrondeiam - Lua Cheia da fé
Al de Baha Estrondeiam
Estrondeiam - Magnificência da fé
Bahir - Deslumbrando, brilhante
Barakah - Abençoando
Bashshar – Mensageiro de boas novas
Manjericão - Valente
Bassam, Basim - Sorrindo
Bilal - Nome do Muezzin do Profeta
Bishr - Alegria
Boulos - forma árabe de "Paulo"
Butrus - forma árabe de "Pedro"

D

Dabir - o Secretário Da'ud
Dawud - forma árabe do Profeta "David ", amado
Dharr Dhul Fiqar - Nome da espada do Profeta
Al de Diya Estrondeiam - Brilho da fé

E

Emir - comandar
Esam, Essam - Protecção

F

Fadi - o Redentor
Fadil - Generoso, honrado
Fahd - Lince Faisal
Faysal - Decisivo
Fakhir - Orgulhoso, excelente
Fakhiri - Honorário
Fakih - o perito Legal; um que recita o Qu'ran
Farid - Sem igual
Fariq - Lugar tenente General
Faris - Cavaleiro
knight ou Farraj Faruq - Aquele que distingue a verdade da falsidade
Fath - Vitória
Fatin - Inteligente
Fawwaz - Próspero
Fawzi Ferran - o Padeiro
Fida - Redenção, sacrifício
Firas - Perspicácia
Fouad - Coração
Fudail - Excelente em carácter

G

Gamal ou Gamali - Camelo
Ghalib - o Vencedor
Ghassan - Velho nome árabe
Ghazi - o Conquistador
Ghiyath – o Socorro, o Amparo

H

Habib - Amado
Hadad - deus sírio de fertilidade
Haddad - o Ferreiro
Hadi - Guiando à direita
Hajjaj Hakeem ou Hakim - Sábio, uma das noventa-nove qualidades de Deus
Hakem - Regra, governador
Halim - Moderado, gentil, paciente
Hamal - Cordeiro
Hamdan - O louvado, variação do nome "Muhammad"
Hamid - O louvado, variação do nome "Muhammad"
Hamzah - Leão
Hana - forma árabe de "João"
Hanbal - Pureza
Hani - Feliz, encantou, conteúdo
Hanif - Verdadeiro crente
Harith - Lavrador, cultivador
Haroun ou Harun - forma árabe do Profeta "Aarão" - Abraão
Hasan - Bonito
Hashim - Corrector, o destruidor do mal; Hashim era um descendente do Profeta Muhammad (pbuh)
Hassan - Bonito
Hatim - o Juiz
Haytham - falcão Jovem
Hilal Hilel - A lua nova
Hisham - Generosidade
Hud - o nome de um Profeta
Hudhayfah - nome árabe Velho
Humam - Corajoso, generoso
Husain ou Hussein - Pouca beleza; Hussein era um descendente do Profeta Muhammad (pbuh)
Husam – a Espada Al de Husam (espada da fé)
Husayn - Bonito

I

Ibrahim - o Pai de uma multidão; o nome de um Profeta "Abraão"
Idris - o nome de um Profeta
Ihsan - Beneficência
Imad - Apoio, pilar
Al de Imad Estrondeiam - Pilar da fé
Isa ou Eisa - o nome de um Profeta "Jesus"
Isam ou Issam - Protecção
Ishaq - o nome de um Profeta "Isaac"
Isma'il - o nome de um Profeta "Israel"

J

Jabbar - Sumamente
Jabir - Consolador, clemente
Jafar - Regato
Jalal - Glória da fé
Jalil ou Jaleel - Grande venerou
Jamal - Beleza
Al de Jamal Estrondeiam – a Beleza da fé
Jameel ou Jamil - Bonito
Jawad - Generoso, magnânimo
Jawhar - Jóia, essência
Jibril - Arcanjo de Alá (Gabriel)
Jihad - Luta, guerra santa
Jubair Jumah - Nascido na Sexta-feira

K

Kadar, Kedar - Poderoso
Kadeen, Kadin - Amigo, companheiro, confidente
Kadeer, Kadir - colheita Verde ou verde (conotando frescura e inocência)
Ka'im Kahil - Amigo, amante,
Kaliq - Criativo, se refere a uma qualidade de Deus
Kamal - Beleza, perfeição
Kameel, Kamil - Perfeito; um das noventa-nove qualidades de Deus
Kardal - semente de Mostarda
Kareem, Karim - Generoso, nobre, amigável, precioso e distinto
Kareef, Karif - Nascido em Outono
Kaseeb, Kasib - Fértil Kaseem,
Kasim - Dividiu
Kateb - o Escritor
Khaldun - Velho nome árabe
Khalid - Eterno Khalil, Khaleel
Kalil - o amigo Bonito, bom
Khatib - o Ministro Religioso
Al de Khayr Estrondeiam - O bem da fé
Khayri - Caridoso, beneficente
Khoury - o Padre
Khuzaymah - Velho nome árabe

L

Labib - Sensato, inteligente
Latif - Gentil, tipo, agradável, amigável
Luqman - o nome de um Profeta
Lutfi - Tipo e amigável

M

Mahdi - Guiou caminho à direita
Mahir - Qualificado
Mahmud - O louvado, variação do nome "Muhammad"
Maimun - Afortunado
Majid - Glorioso
Makin - Forte, firme
Malik - Mestre, anjo, rei
Ma'mun - Fidedigno
Ma'n - Benefício
Mansur - Divinamente ajudado
Marid - Rebelde
Marzuq - Abençoado por Deus, afortunado
Mash'al - Tocha
Mas'ud - Afortunado, feliz, afortunado
Mazin - nome Formal
Misbah - Luminária
Maomé - Louvou, de "Muhammad ", nome do Profeta (pbuh)
Mu'adh - Protegeu
Mu'awiyah - Jovem raposa (primeiro Umayyad Kalifah)
Mu'ayyad – Apoiado, seguro
Mubarak - Feliz, santificado
Mufid - Útil
Muhammad - Louvado; o nome do Profeta (pbuh)
Muhsin - Beneficiente, caridoso,
Muhtadi - o Justamente guiado
Mujahid - o Lutador (do modo de Alá)
Mukhtar - Escolhido
Mundhir - Acautelador, informador, previdente
Munir - Brilhante, ilustre
Muntasir - Vitorioso
Murtadi - Satisfeito, pleno
Musa - o nome de um Profeta "Moisés"
Mus'ad - Camelo sem peias ou rédeas
Muçulmano - Submetido a Deus
Mustafa – um Escolhido
Muta - Obediente
Mu'tasim - Aderente (à fé, a Deus)
Mu'tazz - Orgulhoso, sumamente
Muti - Obediente
Muwaffaq - Próspero

N

Nabhan, Nabih - Nobre, excelente
Nabil - Nobre
Nadhir – Acautelador, informador, previdente
Nadim - o Amigo
Nadir - Querido, raro
Na'il - Aquisidor, vencedor
Naim - Conforto, alívio, tranquilidade
Naji – o Seguro
Najib - De descendência nobre
Najjar - o Carpinteiro
Al de Najm Estrondeiam - Estrela da fé
Nasih - o Aconselhador
Nasim – o Jovial
Nasir - o Protector
Al de Nasir Estrondeiam - o Protector da fé
Nasser - Vitorioso
Nawaf ou Nawfal - nome de árabe Generoso, velho para o Mar
Nazih - Puro, puro
Nazim - Coordenador, ajustador
Nuh - o nome de um Profeta
Numair - Pantera
Nu'man - Sangue
Al de Nur Estrondeiam - Brilho da fé
Nuri - Ilustre, brilhante

O

Omar - Longa vida, primeiro filho, mais alto, o seguidor do Profeta

Q

Qadir-
Qaraja -
Qasim - Divisor, distribuidor
Qays - Firme
Qudamah - Coragem

R

Rabah – Beneficiário, que ganha com
Rabi - Fonte, brisa
Radi Rafi – o Exaltado
Rafiq - Amigo
Raghib - Cobiçoso
Rahman - Compassivo, misericordioso; referindo-se às qualidades de Deus listadas no Qu'ran (Alcorão)
Ra'id - o Líder
Rais - o Capitão
Rakin - Respeitável
Rashad - Integridade de conduta
Rashid - Um de conselho bom; justamente guiado e tem verdadeira fé
Ratib - o Coordenador
Rayhan - Favorecido por Deus
Reda ou Rida ou Ridha - (Em Deus) favor; satisfação, plenitude
Ridwan - nome do guardião dos portões de Céu
Riyad - Jardins

S

Sabih - Bonito
Sabir - o Paciente
Sá - Afortunado
Sa'eed ou Sa'id - Feliz
Safwan - Pedras
Salah - Rectidão da fé
Al de Salah Estrondeiam - Dedicado
Saleh ou Salih - Bom, direito
Salim - Seguro, inteiro, sem defeito
Salman - Seguro
Sameh - Clemente
Sami - Alto, exaltado
Samir - o companheiro Divertido
Samman – o Merceeiro, o armazenista
Saqr - Falcão
Sariyah - Nubla à noite
Sayyid - o Mestre
Seif - Espada (da religião)
Al de Seif Estrondeiam – a Espada da fé
Shadi - o Cantador
Shafiq – o Compassivo
Shakir - Grato
Sharif - Honrado, nobre, distinto
Shihab - Chama, chama
Siraj - Luminária, luz
Sofian - Dedicado
Subhi - manhã Cedo
Suhail ou Suhayl - Gentil, fácil, nome de uma estrela
Suhayb - De cabelo avermelhado ou aparência
Sulaiman - o nome de um Profeta "Salomão"
Su'ud - Boa sorte

T

Tahir - Puro, limpo
Talal - Agradável, admirável
Talib - Investigador (da verdade)
Tamir - Um que possui árvores de palma
Tammam -Tamman - Generoso
Tarif - Raro, incomum
Tariq - Nome de uma estrela
Tawfiq - Sucesso, reconciliação,
Taymullah - o Servo de Deus
Taysir - Facilidade
Tayyib - Bom ou delicado
Thabit - Firme

U

Ubadah ou Ubaida ou Ubaydah - o Servo de Deus
Ubaid - Fiel
Ubayy - Velho nome árabe
Umar - Nome do segundo Califa
Umarah - Velho nome árabe
Umayr - Velho nome árabe
Usama ou Usamah - Descrição de um leão
Utbah - Velho nome árabe
Uthman - Um dos companheiros do Profeta (pbuh)

W

Wadi - Tranquilo, calmo
Wafid -Wafiq - Próspero
Wahib -Wahid - Singular, exclusivo, inegualável
Wa'il - o que Volta (para Abrigo)
Wajih - Nobre
Wakil - o Advogado
Waleed ou Walid - a Criança recém-nascida
Walliyullah - o Partidário de Deus
Wasim - Gracioso, bem parecido
Wazir - o Ministro

Y

Yahyah - o nome de um Profeta
Yaman - nome Formal
Ya'qub - forma árabe de "Jacob"
Yasar ou Yasser - Riqueza, facilidade,
Yasin - Um dos nomes de Muhammad
Yasir - Rico
Yazid - Deus aumentará
Yunus - o nome de um Profeta
Yusef, Yusuf - forma árabe de "José "; aumentar (em poder e influência); o nome de
um Profeta
Yusuf - o nome de um Profeta "José"

Z

Zafar -Zafir - Vitorioso
Zahid - Abnegado ou ascético
Zahir - Luminoso, lustrado
Zaid - Aumento, crescimento,
Zaim - Brigadeiro General
Zakariyya - o nome de um Profeta "Zacarias"
Zaki - Inteligente
Zakiyy - Puro
Ziyad - Superabundância
Zubair -Zuhair, Zuhayr - Luminoso

ESTILOS DE DANÇA DO VENTRE E FOLCLÓRICAS.


Dança da Espada
Existem várias lendas para a origem da Raks Al Saif ou Dança da Espada. Uma delas diz que é uma dança em homenagem à deusa Neit, uma Deusa Guerreira. Ela simbolizava a destruição dos inimigos e a abertura dos caminhos. Uma outra, diz que na antigüidade as mulheres roubavam as espadas dos guardiões do rei para dançar, com o intuito de mostrar que a espada era muito mais útil na dança do que parada em suas cinturas ou fazendo mortos e feridos. Dançar com a espada permite equilíbrio e domínio interior das forças densas e agressivas. Uma terceira lenda conta que na época, quando um rei achava que tinha muitos escravos, dava a cada um uma espada para equilibrar na cabeça e dançar com ela. Assim, deveriam provar que tinham muitas habilidades. Do contrário, o rei mandaria matá-lo.
Outra história remete à época de guerra entre turcos e gregos. Os otomanos teriam contratado algumas bailarinas para levarem vinho e dançarem para os soldados inimigos. Quando estivessem embriagados, elas deviam pegar suas espadas e outras armas para dançar, facilitando o ataque. Uma outra lenda, diz que grupos de beduínos atacavam viajantes que passassem perto de seus territórios, no deserto, durante a noite, para roubar as mercadorias que transportavam. Os mercadores eram mortos e as mulheres beduínas ficavam com suas espadas. Para comemorar a vitória da tribo, elas dançavam exibindo-as como troféus.
O certo é que, a apresentação da bailarina com a espada, exige equilíbrio e habilidade em conjunto com os movimentos realizados graciosamente. Ela deve colocar a espada na cabeça, no peito e na cintura com muita suavidade. É importante também escolher a música certa, que deve transmitir um certo mistério. Jamais se dançaria um solo de Derbake com a espada.

Dança do Punhal
Hoje em dia o punhal é considerado uma derivação da espada, não tendo um significado padrão. Seu traje é comum e o ritmo mais usado é o Wahd Wo Noss. Porém, a história antiga nos revela que essa dança era uma reverência à deusa Selkis, a Rainha dos Escorpiões e representava a morte, a transformação e o sexo.
Na Arábia e no Marrocos é tradição. Esta dança era usada nos bordéis da Turquia e há quem fale que quando a bailarina dança com a lâmina para dentro quer dizer que ela está acompanhada e quando dança com a lâmina para fora, quer dizer que "está livre".
Existem crenças a respeito dos significados de cada gesto que a bailarina faz com o punhal durante sua dança. Vejamos alguns deles:
Colocá-lo na testa na horizontal significa magia; colocá-lo na testa com a ponta para baixo, significa morte; dentro do sutiã significa sexo; entre as mãos significa boas vindas, alegria; colocá-lo entre os dentes significa sedução. Rodar com ele na testa, significa destreza, habilidade; deitá-lo sobre os seios, quer dizer que está apaixonada; pagá-lo com a ponta dos dedos e rodá-lo é o sucesso da bailarina. Passá-lo pelo corpo, significa querer seduzir alguém e dançar batendo-o na bainha quer dizer que está chamando.
Sabe-se que era na verdade uma arma para defesa em situações que colocassem em risco a vida. Por isso, ficou bastante associada aos ciganos e às mulheres que dançavam na rua em troca de dinheiro.
As músicas são umas das mais fortes da dança do ventre. As turcas são ideais.

Dança do Castiçal ou Dança do Candelabro
Raks Al Shamadan. Este tipo de dança existe a muitos anos e fazia parte das celebrações de casamento e nascimento de crianças. É tradicionalmente apresentada na maioria dos casamentos egípcios, onde a bailarina conduz o cortejo do casamento levando um candelabro, específico para a dança, na cabeça. Desta maneira, ela procura iluminar o caminho do casal de noivos, como uma forma de trazer felicidade para eles.
Hoje em dia, é comum que a bailarina apresente a dança do candelabro no começo de seus shows. Este pode ser de 7, 9, 13 ou até mesmo de 17 velas, a critério de cada uma.
É de costume que a roupa seja toda preta ou toda branca, mas não há problema nenhum em dançar com roupas de outras cores também. O ideal é que a roupa seja composta e adequada para este tipo de dança que é considerada sagrada, por celebrar casamentos e nascimentos de crianças.
As velas, na maioria das vezes, são brancas, porém há quem goste de velas coloridas e acreditam em seus significados. Vermelho é o amor passional, sexo e fecundidade. Lilás é transmutação, amarelo é saúde, verde é dinheiro, branco é pureza, azul é carinho e rosa é afeto.
Muitas bailarinas gostam de dançar com véu por baixo do candelabro ou preso na roupa; este combina sempre com a cor das velas. Outras gostam de dançar com o chadô, dando um certo mistério à sua dança.

Dança das Taças
Sendo uma derivação da dança do candelabro, a bailarina dança com duas tacinhas, uma em cada mão, que contém uma velinha em cada uma. Ela exterioriza sua deusa interior, fazendo do seu corpo um veículo sagrado e ofertado, utilizando o fogo das velas que representam a vida.

Dança da Serpente
Por ser um animal considerado sagrado e símbolo da sabedoria, antigamente as sacerdotisas dançavam com uma serpente de metal (muitas vezes de ouro). Atualmente vê-se algumas bailarinas dançando com cobra de verdade, mas isto deve ser visto apenas como um show de variedades, já que nem nos primórdios da dança o animal era utilizado.
Justamente por ser considerada sagrada, a serpente era apenas representada por adornos utilizados pelas bailarinas e pelo movimento de seu corpo.

Dança com Véu ou Dança com Lenço
Não se sabe ao certo como surgiu a dança com véu. Dizem que ela tem suas raízes na dança dos sete véus. O véu atualmente é um dos símbolos mais comuns da dança do ventre e são muitos os passos que o utilizam. Alguns são usados especialmente para emoldurar o rosto ou o corpo da bailarina, assim envolvendo-a em mistério e magia. Por ser transparente, tem o encanto de mostrar sem revelar.
A dança com lenço sugere uma brincadeira com as peças do vestuário usadas no dia a dia. O lenço pode ser usado na cabeça por diferentes motivos: o mais conhecido no ocidente é a obrigação muçulmana de usa-lo por motivos religiosos; porém, as beduínas e tuaregs o utilizam para proteger sua pele e seus cabelos dos rigores do deserto.
Os véus foram incorporados às apresentações de dança do ventre como forma de enriquecer o espetáculo com seus movimentos suaves, mas acredita-se que seu uso é moderno e tem poucas ligações com o folclore tradicional.
As coreografias com véus em grupo são de grande efeito em um espetáculo de dança. São inúmeros os movimentos, podendo executá-los com véus duplos, onde alcançará uma belíssima performance.
Hoje em dia é cada vez mais comum o uso do véu de seda toile; este possui uma leveza e caimento sem igual, engrandecendo a beleza de sua dança.

Dança dos Sete Véus
Existem duas versões para a famosa dança dos sete véus. Uma delas, é uma alusão ao mito de Ishtar, deusa babilônica do amor e da fertilidade. Na Bíblia esse mito foi adaptado e tornou-se a conhecida história de Salomé. Diz o mito que o amado de Ishtar morreu e foi levado ao centro da terra. Como uma alegoria do constante morrer e renascer da natureza, Ishtar desesperada foi atrás dele para traze-lo de volta à vida. Ela teria que passar sete vezes por sete portais e, em cada vez, deixar uma jóia e um véu.
A dança dos sete véus de Ishtar, que ficou conhecida como a "Dança de Salomé", foi escrita na Bíblia com um sentido oposto. No mito original, Ishtar trazia de volta a vida; na Bíblia, Salomé causava a morte.
Outra versão é que a dança dos sete véus era uma dança onde os véus representavam os sete chakras do corpo, desde um estágio mais primitivo até um estágio mais desenvolvido, simbolizando a evolução humana através dos tempos. A retirada e o cair de cada véu significavam o abrir dos olhos que desperta a consciência e a evolução espiritual da mulher.
Os véus amarelos representam o Sol, eliminam o orgulho e a vaidade excessiva, trazendo a alegria, esperança e confiança. O laranja representa Júpiter, que dissolve o impulso dominador e dá vazão ao sentimento de proteção e ajuda ao próximo. O vermelho representa Marte, significando a vitória do amor cósmico e da confiança sobre a agressividade e a paixão. Lilás representa Saturno, mostrando a dissolução do excesso de rigor e seriedade, a conquista da consciência plena e o desenvolvimento da percepção sutil. Azul representa Vênus, revelando que a dificuldade de expressão foi superada, em prol do bom relacionamento com os entes queridos. Verde representa Mercúrio, mostrando a divisão e a indecisão sendo vencidas pelo equilíbrio entre os opostos. E, por fim, o branco representa a Lua; a queda deste último véu mostra a imaginação transformada em pensamento criativo e pureza interior.

Dança com Snujs
Pequenos címbalos de metal, instrumentos de percussão para acompanhamento rítmico, que a bailarina usa entre os dedos nas apresentações. São em número de 4, sendo um par em cada mão.
Dizem que os snujs eram usados pelas sacerdotisas para energizar, trazer vibrações positivas e retirar os maus fluidos do ambiente.
Conhecer e aprender a diferenciar o ritmo árabe é essencial para conseguir tocar snujs. É preciso desenvolver um ouvido musical, as noções de ritmo e contagem de tempo. Um mesmo ritmo pode ficar mais lento ou mais rápido, conforme a música que estiver sendo executada. Se ainda não houver domínio sobre a parte musical, fatalmente a bailarina se atrapalhará quando o ritmo da música se alterar. Ela corre o risco, inclusive, de errar também na sua movimentação corporal.

Dança com Pandeiro
Tradicionalmente, a mulher sempre foi boa no toque do pandeiro. Na maioria das vezes, ela tocava para outras mulheres dançarem. Porém, com a influência cigana, passou a tocá-lo também durante a dança.
Ligado a ritmos folclóricos, esse instrumento está relacionado com o mais autêntico espírito oriental, por isso o traje de quem o toca deve ser o vestido. Com o som forte do pandeiro, a bailarina deve marcar o ritmo com precisão e graça.
Era sempre feita com o sentido da comemoração, da alegria e da festa. Assim como os snujs, acompanha-se seu som com o ritmo da música. A melodia ideal é a que tem bastante toques de pandeiro.
O pandeiro árabe tem um som mais forte.

Dança do Bastão ou Dança da Bengala
Há uma dança masculina originária de El Saaid, região do Alto Egito, chamada Tahtib. Nela são usados longos bastões chamados Shoumas. Estes bastões eram usados pelos homens para caminhar e para se defender.
Note que Saaid também é o nome do ritmo originário desta região. As mulheres costumam apresentar-se utilizando um bastão leve ou uma bengala, imitando-os, porém com movimentos mais femininos. Elas apresentam-se ao som do ritmo Saaid original, que é o mais comum e o mais usado. Porém pode ser dançado também com Maksoum, Malfouf ou até mesmo o Baladi.
Durante a dança, a mulher apresenta toda a sua habilidade, equilíbrio e charme. Costuma-se chamar esta dança feminina de Raks El Assaya (Dança da Bengala). A Raks El Assaya foi introduzida nos grandes espetáculos de dança do ventre pelo coreógrafo Mahmoud Reda. Fifi Abdo teria sido a primeira grande dançarina a apresentar performances com a bengala. Porém ela se apresentava com roupas masculinas.
A roupa típica da dança da bengala é um vestido com um lenço no quadril e um adereço qualquer na cabeça, um lencinho, etc. Não se deve, nunca, dançar somente com duas peças (sutiã e cinturão) a dança da bengala. A roupa pode até ter uma "barrigueira", vestidos com buracos, enfim, mas nunca só com a roupa de dança do ventre comum (duas peças).

Zaar
Dança de exorcismo, que estabeleceu-se no Sudão em 1820.
É uma dança de êxtase, praticada no norte da África e no Oriente Médio, não aceita pelo Islamismo. Ele é melhor descrito como sendo uma "cerimônia de cura", na qual utiliza-se percussão e dança. Seu ritmo é o Ayubi. Funciona também como uma forma de compartilhar conhecimento e solidariedade entre as mulheres destas culturas patriarcais.
No Zaar, a maior parte dos líderes e dos participantes são mulheres. Muitos estudiosos têm notado que, embora a maioria dos espíritos transmissores sejam masculinos, as "receptoras" geralmente são mulheres. Isto não significa que os homens não participem das cerimônias Zaar; ele podem ajudar na percussão, no sacrifício de animais, ou fazer as oferendas. De fato, em algumas culturas praticantes do Zaar, são observadas tendências em se inserir uma participação masculina maior, nas quais ele, mais do que cooperador, busca tornar-se o líder.
Atualmente ocorre uma proliferação de grupos de culto no Sudão, além de uma diversificação nos tipos de Zaar.
Quando esta dança é executada dentro de espetáculos de dança, ela não possui um objetivo ritualístico.

Khalige
Também conhecida como Raks El Nach'at, é uma dança tradicional originária do Golfo Pérsico, da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes.
Em festas femininas e casamentos é comum que as mulheres coloquem o tradicional vestido khalige por cima de sua roupa de festa e dancem sempre. São festas fechadas e familiares.
Os países onde este ritmo é mais conhecido são: Kuwait, Katar, Arábia Saudita e Emirados Árabes.
No oriente, é chamada dança dos desertos, já que os nômades são os dançarinos tradicionais. As mulheres vestidas com suas longas túnicas de corte geométrico e ricamente bordadas, dançam de forma bastante sensual movendo a cabeça, mexendo os cabelos e marcando o ritmo com os pés.
Nos shows tradicionais fora de seu país de origem, às vezes a bailarina para homenagear alguém da platéia que provém de um destes países, insere uma pequena demonstração de khalige em sua apresentação, o que faz a alegria dos turistas.

Dança do Jarro
Raks Al Brik ou Dança do Jarro é realizada apenas por mulheres. A vida em regiões desérticas e a forte repressão sexual, estimularam a mente de cantadores e músicos. Alguns compunham versos e rimas de amor para cantar a beleza das moças que iam buscar água na fonte. Seus rostos ficavam quase sempre cobertos, assim como todo o corpo; porém, ao se aproximar da água era preciso arregaçar as mangas ou subir um pouco a saia para não molhar os trajes. Era o delírio dos rapazes que poderiam apreciar tudo o que ficava escondido.
Essa tradição é tão antiga que se perde no próprio tempo. As mulheres, para carregarem os pesados jarros cheios de água, colocavam tecidos sobre a cabeça e andavam equilibrando os potes. Muitos desses jarros eram feitos de barro, se caíssem poderiam se quebrar; isso daria muita confusão para uma escrava. Dessa habilidade de equilibrar um jarro sobre a cabeça, nasceu um tipo de dança comum no Norte da África. Muitos senhores de escravas ofereciam para seus hóspedes, exóticas apresentações na hora de servir o vinho. As coreografias eram marcadas por giros e movimentos rápidos dos pés, sem que uma gota sequer do conteúdo dos jarros caísse no chão. Ao final da apresentação, o líquido era despejado em taças de metal para ser bebido pelos convidados.

Dança das Colheres (Folclore Turco)
Na Turquia, velhos e jovens dançam, mas é necessário que seja numa ocasião especial como casamento, noivado, etc. A origem dos turcos é xamanista antes de se tornarem muçulmanos. Os xamanistas fazem movimentos para expressar seus sentimentos e essa característica permaneceu durante todos esses séculos. A dança vem através desses movimentos todos juntos quando demonstram situações em que viveram, do cotidiano. Por exemplo: Fui pescar e pesquei um peixe enorme!" - aí se dança para contar este fato. Essa cultura foi passada de geração por geração e até hoje podem se contar histórias através da dança.
A "Dança das Colheres" surgiu na região de Silifike na Anatólia. Esta dança é famosa na Turquia porque os instrumentos vieram da Ásia Central. Na cultura da Ásia Central usava-se instrumentos desse tipo para criar um ritmo. Normalmente as colheres eram feitas de pedras, as pessoas pegavam duas pedras e faziam um ritmo.
Isso porque não haviam muitos instrumentos naquela época. Então era fácil, você criava o ritmo, fazia os passos e dançava. Outro motivo é que naquela época na Anatólia, na região de Silifike, os músicos na sua maioria eram ciganos. Estes gostam de regiões quentes e essa região é muito quente no verão. Os residentes desta região preferiam mais frio, então eles iam para as montanhas, onde é mais fresco e os ciganos não iam até lá. Tiveram então que criar sua própria dança; eles não podiam viver sem a dança. Pegavam as colheres, faziam o ritmo, cantavam e dançavam. Cantavam e tocavam com as colheres.
As colheres que são utilizadas atualmente são de madeira e tem uma forma diferente, própria para a Dança das Colheres. O figurino também é específico desta dança. Há várias maneiras de se tocar, criavam alguns passos para os ritmos e começavam a dançar.
*Texto: Ahmet Luleci - Coreógrafo e professor de danças folclóricas turcas.

Melea-Laff
Melea é um tipo de véu oriental que ganhou popularidade no Egito nas décadas de 30 e 40, sendo única e exclusivamente deste país.
O que é Melea-Laff? É lenço enrolado. Enrolado porque nesta dança as mulheres se envolvem em lenços pretos, de tamanho grande e tecido grosso, que pode ser ou não bordado.
Seu maior atrativo era que, apesar de esconder o corpo, por ser escuro e pesado era ao mesmo tempo revelador, pois o tecido era enrolado bem apertado ao redor do corpo.
Melea-Laff era dançada pelas meninas do Cairo, sendo muito comum que a bailarina fosse extremamente carismática, muito charmosa e bastante exagerada nos gestos. São gestos bem típicos das mulheres baladis do Egito. Hoje em dia é normal que você veja uma bailarina representando esse personagem e entrar para dançar mascando chicletes e falando em árabe no meio da música, por exemplo.
Apesar de ter origem nos trajes humildes dos vilarejos, por ser inspirado nos xales usados pelos gregos de Alexandria, a melea tornou-se item muito popular da moda egípcia.
A borrka é um tradicional acompanhamento desse traje, que nada mais é, que um véu tricotado para o rosto, com amplos buracos que acrescentam mistério ao rosto, em vez de cobrir, no sentido tradicional do Islã.
Apesar de dançar profissionalmente não ser considerado "certo", as mulheres encontravam uma maneira de realçar suas danças nas ocasiões festivas e comemorações. Começavam a dançar lentamente com a Melea-Laff, usando o gesto de se enrolar como parte da dança. O véu enrolado apertado e justo ao corpo mostrava as curvas do quadril e da cintura. Assim, o véu era utilizado para criar um tipo de dança provocante, ainda que totalmente coberta.
A dança com Melea representa a dança misteriosa mais usada para o flerte.
Uma dançarina que usava a dança de Melea como um dos itens mais populares de seus shows era Fifi Abdo, pois relembrava uma época agradável da história recente do Egito, quando a economia estava em alta e as mulheres viviam uma liberdade diferente e a possibilidade do flerte que veio através dessa moda com o véu.
Para dançar Melea-Laff, é preciso que você saiba enrolar o véu de maneira correta no corpo, manuseá-lo e ter muito charme e muita graça!

Guedra
Dos povos Tuaregs (abandonados por Deus). Este termo não é muito bem aceito, por ter este significado um pouco pesado para aqueles que em sua maioria são muçulmanos. Abandonados por Deus, foi inspirado na sua vida solitária, distante de todos, em meio ao deserto. Uma forma de vida que contribuiu para reforçar suas particularidades: língua berbere, costumes, expressão musical e artística em geral.
Conhecidos também como pessoas azuis, devido à coloração da pele negra retinta e por seus mantos tingidos de anil. Outra denominação é Mozagites.
Nas músicas berberes, predomina a poesia cantada explorando temas como a agricultura, ciclos da natureza, vida pastoral, o amor e a guerra. Eles sofreram invasão romana e depois árabe-muçulmana.
O Guedra é uma dança de invocação, onde se transmite energia através de movimentos dos dedos das mãos e punho, podendo ser realizada por uma mulher, duas ou uma mulher e uma criança que adornam seus dedos com henna. Inicia-se a dança com a cabeça coberta com véu preto ou azul. Cada articulação se move com um padrão cadenciado, em movimentos sincopados de ombros e área peitoral, que seguem as batidas rítmicas do instrumento de percussão, enquanto sua cabeça balança lateralmente e seu cabelo, adornado com todos os tipos de conchas e contas, aumenta a beleza do quadro.
Com a intensificação do ritmo, a bailarina cresce e torna-se ofegante, seus contornos faciais parecem tensos e contorcidos, os olhos se fecham, todo o seu ser parece, de repente, estar tomado por um feitiço. Exausta pelo esforço físico e emocional da dança, ela deixa o círculo mágico e outra toma o seu lugar.
O ritmo é similar à buleria flamenca, devido à complexidade. Possui um sentido diferente das danças de transe, Zaar e Hadraa, já que é puramente alegre e não está conectada à sacrifícios de animais.
Os instrumentos usados são feitos com potes de barro, cobertos com pele de animais, presas com cordas.

Tannoura
Dança dos muçulmanos sufistas do Egito. Os dervixes em Konya, na Turquia realizam também esta dança marcada por giros ininterruptos; é uma dança mais estática.
É provável que a colocação das mãos; uma virada para o céu e outra para a terra, tenha vindo do Egito antigo, tal como é visto nas figuras dos papiros. Esta dança faz com que os participantes aproximem-se de Deus.
Dança dos Pescadores
Dança egípcia realizada tanto por homens como mulheres, na qual os homens representam os pescadores e as mulheres representam os "peixes" que estarão na rede. A rede, nesta dança pode aparecer como um objeto real ou imaginário, através de mímica.
O ritmo usado é o Fallahi. O traje é de marinheiro, coletes, calças e bonés típicos.
Andaluz
Originado pelos mouros islâmicos afastados da Espanha. Este estilo também denominado de "Malouf", é caracterizado por passos ligeiros e braços com graciosidade arabesca, que desenham os meandros da melodia.
Um véu evidencia a sinuosidade dos movimentos. Acompanhado de uma música clássica: nouba.
Nouba designa "um por vez", na pauta ou na composição musical. É concentrada em uma série de peças vocais e instrumentais construídas sobre um tab ou modo particular. O desenrolar é variado dos ritmos e movimentos variados. No início, nouba correspondia a cada hora do dia e da noite, assim como as regras indianas. Devido à sua transmissão oral, perdeu sua significação, por culpa do tempo e da memória. A orquestra para a execução do Malouf, deve estar composta de instrumentos de corda, sopro e percussão.
Este estilo foi executado para grandes califas, sultões, reis, sheiks e mais tarde, gerou o estilo de dança conhecido como andaluz, muito sofisticado e apreciado por um público cativo.

Hagallah
Essa dança de celebração é realizada pelos beduínos da região de Mersa Matruh, próximo à Líbia. Relacionado ao kaf (palmas). O Hagallah é encontrado também em outras partes do Oriente Médio. Acredita-se que a palavra Hagallah, venha do árabe hag'l, que designa "saltar, pular". É realizado junto dos noivos no Zaffe (procissão), que corresponde também à época de colheita.
Hagallah refere-se à dança, música e esta celebração. Familiares e amigos acompanham com cantos e palmas, mostrando sua solidariedade para com os noivos. A figura central da festa é uma bailarina, que pode ser membro da família da noiva. A bailarina pode estar total ou parcialmente coberta por véus. Ela dança à frente de um homem, denominado de kefafeen. Esta dança não representa uma disputa entre homens e mulheres, mas denota o poder entre estes gêneros, suas graças.
A mulher caminha com passos curtos e shimmies à frente da procissão. Ela pode portar um bastão ou um véu em suas mãos. O bastão não é manuseado como na dança Raks Al Assaya. No Iraque, há uma versão para o Hagallah, onde a bailarina porta uma espada e os homens tentam tirar seu véu. Algumas vezes o resultado é desastrosos, podendo haver feridos.
O jogo sedutor na festa de casamento é muito complexo e hoje se encontra deturpado nas grandes cidades. No final da cerimônia, a bailarina ajoelha-se diante do kefafeen e entrega seu bastão ou seu véu. E ele lhe dá um ou dois braceletes como símbolo de força e sorte diante da nova proposta.

Stambali
Os Tunisianos têm, também, uma verdadeira dança de transe, o "Stambali", executado por negros tunisianos em homenagem a seu santo protetor, Sidi Saad. Essa dança é executada em santuários e na casa daqueles que necessitam de seus poderes terapêuticos.
A Stambali, há o envolvimento do sacrifício de um animal, assim como na Zaar.

Solos de Derbake
Derbake ou Tabla é um instrumento de percussão imprescindível, pois é ele que marca o ritmo do resto do grupo musical. Antigamente, era feito de barro e pele de cabra e os músicos sentavam em cima dele momentos antes de tocá-lo, para aquecê-lo. Atualmente, são feitos de fibra e plástico.
Dança com solo de derbake simboliza a técnica mais antiga e enraizada da bailarina, um momento de êxtase, com fortes batidas do coração e o sangue circulando nas veias.
Nos solos de percussão, a bailarina expressa através do quadril, o que é mais belo e tecnicamente oriental e primitivo. Os movimentos de cabeça, mãos, peito, troncos e cambrets interpretam a emoção, já os quadris e os ombros desenvolvem a técnica.
Entre o derbakista e a bailarina precisa existir um entendimento mútuo e é necessário que ele conheça o estilo de dança dela e ela o estilo de toque dele. É fundamental que a bailarina aprenda pelo menos alguns dos ritmos árabes, que são complexos; alguns vêm de países distintos

O SIGNIFICADO DAS CORES.

A vida em preto e branco é muito sem graça, precisamos de um toque de cor em tudo, até mesmo no nosso figurino. Para dar um colorido no vestuário, vamos conhecer o significado das cores.
A presença de cor nas roupas influencia o estado emocional da pessoa, promovendo um melhor desempenho na execução das atividades diárias. As cores possuem uma linguagem própria.
Tonalidades fortes realçam suas propriedades; as claras são joviais e envolventes; e as mais escuras sugerem isolamento e indiferença.

Conhecer as sensações que cada cor de roupa proporciona a quem a estiver usando, bem como àqueles que estão à sua volta, favorece na escolha da roupa ideal para o seu dia, promovendo o bem-estar interior e uma boa interatividade com o ambiente.

Vale lembrar que as cores da roupa não se sobrepõem às qualidades da pessoa. Usar uma cor que não-favorável à comunicação, por exemplo, não significa que a alguém perderá sua capacidade de expressão. As cores contribuem para o estado interior, mas não anulam a individualidade.
Um toque sutil em seu figurinoNão há regras em relação a utilizaçõa de uma ou outra cor nos figurinos de dança, ficando esta escolha a gosto da bailarina.

VERDE:Conforto! Essa cor relaxa, passa uma sensação de frescor, vivacidade, sobriedade. Pode ser cansativo, os tons muito vivos fazem a produção ficar forte demais e muitas vezes trazer um certo ar infantil.
AMARELO:Criatividade! É uma cor quente, transmite vitalidade, energia. Transmite alegria e atrai a atenção, o que permite um destaque entre as demais pessoas. Causa uma sensação de estar radiante, jovial e alegre.
VERMELHO:Atenção! Uma cor alegre, juvenil. Transmite prosperidade, proteção e é claro, o amor! O tom de rosa é mais suave, delicado e feminino.
LARANJA:Energia! Provoca descontração no corpo; causa serenidade no pensar, aumenta o tônus sexual, faz a bailarina se sentir bem e otimista. Ideal para os momentos em que é preciso enfrentar grandes desafios.
MARROM:Sobriedade! Combina com outras cores e passa a idéia de tradição. O marrom bem escuro, o café, é uma ótima opção para substituir o preto.
ROXO E VIOLETA:Sabedoria! Lucidez, inteligência, divindade. O tom de lavanda é alegre e o lilás é relaxante. O violeta já proporciona envolvimento de paz e amor, sem ansiedade.
AZUL:Confiança! É a cor da verdade, nobreza, justiça, lealdade e, também, calmante.
BRANCO:Pureza! Paz, higiene, elegância.
PRETO:Elegância! É clássico e emagrece o visual, se usado corretamente. Sérias e imponentes, promovem uma certa distância entre as pessoas. Por um lado, isso facilita imposição de respeito e do mistério da Bailarina.
PRATA:Serenidade! Fortalecimento do Anima (poderes femininos). A cor feminina associada ao misticismo e à Lua e busca da pureza. Ajuda a desenvolver as habilidades psíquicas, ajuda na meditação e na magia.
DOURADO:Prosperidade! Associada à riqueza, ao ouro, a algo majestoso. Dica para o dia-a-dia:Optar por cores que sejam opostas a determinado estado emocional negativo é um importante recurso cromoterápico de auto-ajuda. Na tristeza, procure usar cores alegres (tons de amarelo e laranja); no mau humor, vista roupas que sugiram calma e introspecção (azul ou índigo); na indisposição, roupas de cores estimulantes (vermelho ou laranja).

COMO SE VESTIR,A MÚSICA E A DANÇA.



A bailarina se envolve com os sete véus. Os véus podem ser das seguintes cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, lilás, branco. A vestimenta da dança do ventre , embaixo dos sete véus, deve ser preferencialmente de cor clara, suave.
A retirada de cada um dos véus, presos ao corpo da dançarina, representa a dissolução dos aspectos mais nefastos e a exaltação das qualidades pessoais. O véu vermelho está associado a Marte; sua retirada significa a vitória do amor cósmico e da confiança sobre a agressividade e a paixão; O véu laranja representa Júpiter, que dissolve o impulso dominador e dá vazão ao sentimento de proteção e ajuda ao próximo.
O Sol está ligado à cor amarela, que elimina o orgulho e a vaidade excessiva, trazendo confiança, esperança e alegria; o véu verde vale para Mercúrio, que mostra a divisão e a indecisão sendo vencidas pelo equilíbrio entre os opostos; Vênus é o véu azul-claro, a qual revela que a dificuldade de expressão foi superada, em prol do bom relacionamento com os entes queridos; o lilás, que representa Saturno, mostra a dissolução do excesso de rigor e seriedade, a conquista da consciência plena e o desenvolvimento da percepção sutil.
Finalmente a Lua está associada à cor branca ou ao prateado ( a união de todas as cores ). A queda do último véu mostra a imaginação transformada em pensamento criativo e pureza interior.

A dança
Retira- se cada véu com muita sensualidade, habilidade e naturalidade. Fazendo movimentos ondulatórios, movimentos laterais de cabeça, movimentos rotatórios e ondulatórios com as mãos, movimentos de transe.

A música
Deve ter andamento lento e duração longa (aproximadamente 7 a 8 minutos).
A bailarina deve assumir uma personagem: a sacerdotisa em busca da sua verdade. O despertar de sua consciência, de sua força e poder, dentro do mais perfeito equilíbrio.

A DANÇA DOS SETE VÉUS.


A dança dos sete véus é um dos mais famosos, belos e misteriosos ritos primitivos. Embora muita gente acredite que se trata da mais antiga versão do strip-tease, a dança não tinha um caráter exclusivamente erótico. Não era praticada em ritos de fecundação, mas pelas sacerdotisas dentro dos templos da Deusa Egípcia Ísis. . A sacerdotisa oferecia a dança para a Deusa Isis, que dentro dela existe, e lhe da beleza e força.
Essa dança era realizada em homenagem aos mortos. As sacerdotisas, em seus templos, retiravam não só os véus, mas todos os adereços sobre o seu corpo, para simbolizar a sua entrada ao mundo dos mortos sem apego a bens materiais.
A Dança dos Sete Véus pode ser realizada, também, em homenagem à Deusa Babilônica Ishtar ou Astarte, deusa do amor e da fertilidade. Segundo os babilônios, Tamuz, seu amado teria perdido a vida e levado para o reino de Hades, o submundo, e Ishtar, por amor, resolveu ir também para o reino de Hades. Determinada, Ishtar atravessou os sete portais do submundo, e em cada portal deixou um de seus pertences: um véu ou uma jóia (cada um deles representando um de seus sete atributos: beleza, amor, saúde, fertilidade, poder, magia e o domínio sobre as estações do ano). O véu representaria o o que ocultamos dos outros e de nós mesmos. Ao deixar os véus Ishtar revela sua verdade e consegue unir-se a Tamuz.
Mais tarde passou a simbolizar as sete cores do arco-íris, os sete planetas conhecidos na época (que estão representados na dança como possuidores de qualidades e defeitos que influenciam o temperamento das pessoas) e os sete chacras (pontos energéticos do corpo humano). Com isso, a dança passou a ser realizada por bailarinas, que limitavam-se a retirar os véus. A retirada e o cair de cada véu , significam o abrir dos olhos, o cair da venda, que desperta a consciência da mulher. E a evolução espiritual .
Existe também um outra versão que diz que a Dança dos Sete Véus trata-se de um dança hollywoodiana (Salomé) que foi unida a dança do ventre ganhando fama e se propagando com ela. Entretanto, cabe ressaltar que, falando-se de dança do ventre, não existe verdade e nem tampouco mentira absoluta.

A ORIGEM DA DANÇA DO VENTRE.

Muita polêmica e incerta é a origem da Dança do Ventre. Ao pesquisar sua origem sempre se chega à seguinte conclusão: “Não há registros concretos que provem com exatidão e clareza, a origem da Dança do Ventre”. Em decorrência disso, dissertaremos baseadas em hipóteses e, ao mesmo tempo, em certezas.
No princípio, “os nomes reais” da Dança do Ventre eram:
- Dança Oriental, conhecida pelos orientais e nos países árabes. Todavia, o nome não é mais utilizado porque o termo ORIENTAL também designa países como Japão, China, que não fazem parte do contexto aqui mencionado.
- Racks el Chark, que significa Dança do Leste, local onde o sol nasce. É o oposto de tudo, desconhecido, pouco claro, em decorrência da noite, da escuridão. O Sol também é o alimento e a fonte de energia para tudo e todos.

O nome “Dança do Ventre” foi dado pelos Franceses para aquela dança na qual “a bailarina mexia o estômago e o quadril de forma voluptuosa, ao som de ritmos orientais”.
A Dança é uma das mais belas e antigas artes, pois através dela, o homem passa a perceber o seu corpo de maneira instintiva.
Há mais ou menos 12.000 anos, antes, inclusive, do antigo Egito, numa época remota, já existiam danças ritualistas feitas para algumas finalidades.
Havia, por exemplo, a dança da fecundidade, em que as mulheres ao redor das fogueiras –símbolo de luz e alimento para os primitivos -, balançavam o quadril, pulsavam o ventre e contorciam-se como serpentes, em louvor à Deusa-mãe. Existiam, também, danças com sacrifícios para oferendas, rituais culturais, funerais etc; feitos por tribos bárbaras e nômades, dos desertos.
No Antigo Egito a Dança Ritualística tinha um caráter Sagrado, intimamente ligado à história e aos costumes. Viver no Vale do Rio Nilo equivalia estar destinado a uma rotina e geografia extremamente simples. Para os egípcios, tudo estava baseado e apoiado na hierarquia de seus Deuses e suas crenças.
Assim sendo, Sacerdotisas Egípcias costumavam usar movimentos ondulatórios e batidas do ventre e do quadril para reverenciar Deuses como Ísis, Osíris, Hathor. Além disso, acredita-se que estes movimentos estavam associados à fertilidade, sendo praticados em rituais e cultos em Templos, homenageando a grande mãe pelo seu poder de dar e manter a vida.
Com a invasão dos árabes no Egito, e uma série de migrações em um período conturbado de guerras, a Dança do Ventre passou a ser conhecida por outros povos, que a adquiriram para a sua cultura e modificaram-na de acordo com suas crenças e desejos.
A primeira modificação foi a perda do caráter religioso. Por isso é tão difícil e complexo falar sobre esta dança que, devido ao seu histórico, em cada país possui um sentido e uma tendência.
A Dança do Ventre tem seguido um processo evolutivo e tem sido praticada em inúmeros tipos de cenários como, palácios, mercados, praças e até em bordéis. A sua história acompanha a da humanidade, e deste fato não se pode fugir. Ela promove uma ligação direta entre o folclórico, o improviso e a imaginação individual de cada bailarina; um equilíbrio entre a regra e a liberdade de expressar seus sentimentos e movimentos.
Apesar de toda imensidão que abrange, a Dança do Ventre é conhecida e considerada representante do mundo árabe e está intimamente ligada a sua música e seus ritmos de percussão. Ao contrário do que muitos imaginam, em cada ritmo árabe existe um componente primordial, que é a improvisação.
Por fim, vale ressaltar os nomes das grandes bailarinas árabes em que, de inúmeras formas contribuíram para a história da Racks el Chark: Tahia Carioca, Nadia Gamall, Sâmia Gamall, Nagwa Fuad, entre outras.
No Brasil, dentre inúmeros, contamos com dois nomes que, sem dúvida, também contribuíram para a história da Dança do Ventre: Shahrazade, a introdutora do Racks el Chark no País, e Samira, uma das grandes inovadoras e pioneiras da Dança.
Durante a dança um tipo de exaltação (lí,li,li,li...) é muito comum entre os povos das aldeias e daqueles que vivem nos desertos, também chamados beduínos. É uma espécie de aclamação à bailarina pela beleza de sua dança.
A verdadeira dança do ventre não deve ser confundida com a imagem publicitária que faz da bailarina um objeto sexual. A sensualidade existe, sem dúvida, mas envolta num clima de magia e misticismo sublimes.
É uma dança milenar, portanto, tem um peso cultural que merece ser respeitado

DANÇAS FOLCLÓRICAS.



Danças folclóricas
Candelabro (shamadan): Elemento original egípcio, o candelabro era utilizado no cortejo de casamento, para iluminar a passagem dos noivos e dos convidados. Dança-se, atualmente, como uma representação deste rito social, utilizando o ritmo zaffa.
Taças: Variação ocidental da dança com candelabro.
Khaligi: Dança genérica dos países do golfo pérsico. É caracterizada pelo uso de uma bata longa e fluida e por intenso uso dos cabelos. Caracteriza-se por uma atmosfera de união familiar, ou simplesmente fraterna entre as mulheres presentes. Dança-se com ritmos do golfo, principalmente o soudi.
Jarro: Representa o trajeto das mulheres em busca da água. Marcada também pelo equilíbrio.
SAID: Dança do sul do Egito, podendo ser dançada com o bastão (no ocidente, bengala).
Hagallah: Originária de Marsa Matruh, na fronteira com o deserto líbio.
Meleah laff: representação do cotidiano portuário egípcio de Alexandria. As mulheres trajam um pano (meleah) enrolado (laff) no corpo.
As danças folclóricas normalmente retratam os costumes ou rituais de certa região de e por isso são utilizadas roupas diferentes das de dança do ventre clássica.
A dança com a cobra é considerada ato circense - a cobra era considerada sagrada no Antigo Egito e por isso algumas bailarinas fazem alusão nas performances - mas não é considerada representativa da dança.